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Ultrassonografia

Ultrassonografia cervical

Ultrassom cervical para avaliação de linfonodos, nódulos e massas do pescoço.

A ultrassonografia cervical avalia as estruturas do pescoço — linfonodos, glândulas, músculos e tecidos moles. É o exame indicado para caroço no pescoço, gânglio aumentado e massas cervicais, e permite caracterizar o achado com precisão que a palpação não alcança.

O que o exame identifica

Linfonodos aumentados, com avaliação das características que separam padrão reacional de padrão suspeito — forma, presença do hilo, distribuição da vascularização; cistos congênitos, como o cisto tireoglosso e os cistos branquiais; lipomas e outras lesões de partes moles; abscessos e coleções; alterações das glândulas salivares e da tireoide; e massas de origem indeterminada.

Quando é indicado

Caroço ou nódulo palpável no pescoço; gânglio que não regride após semanas; aumento de volume cervical; dor cervical localizada; acompanhamento oncológico da região; e investigação de massa detectada em exame clínico.

Duração

De 20 a 30 minutos.

O que o exame não faz

Caracteriza a lesão e estima probabilidade de benignidade, mas não fornece diagnóstico definitivo. Linfonodos e massas com características suspeitas exigem punção ou biópsia. Em lesões profundas ou com extensão além do alcance do ultrassom, a tomografia computadorizada ou a ressonância magnética é complementar — ambas disponíveis na Neo Imagem.

Também conhecido como: Ultrassom cervical, US de partes moles do pescoço, ecografia cervical, ultrassom de linfonodos cervicais, US de região submandibular.

Preparo para este exame

Sem preparo e sem jejum. Venha com blusa de gola aberta ou decote em V. Retire colares. Se possível, aponte o local exato do caroço ao chegar. Traga exames anteriores.

Conteúdo revisado por

Conteúdo revisado por Dra. Patrícia Zuffo · Médica Radiologista · Fellow em Medicina Fetal (CETRUS) · Fellow em Neurorradiologia, Cabeça e Pescoço (Hospital Israelita Albert Einstein) · CRM-MT 7645 · RQE 5458

Perguntas frequentes

Sobre este exame: comuns

Não. Linfonodos aumentam com frequência em resposta a infecções e costumam regredir. O que orienta a investigação é a persistência, o crescimento e as características observadas no exame.

Dra. Patrícia Zuffo.