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Ultrassonografia

Ultrassonografia do punho

Ultrassom de punho para síndrome do túnel do carpo, tenossinovite e cisto sinovial, com medida do nervo mediano. Lucas do Rio Verde.

A ultrassonografia de punho avalia tendões, nervos e estruturas superficiais da articulação. É o exame de imagem inicial na investigação da síndrome do túnel do carpo, permitindo medir objetivamente o nervo mediano.

O que o exame identifica

Aumento da área de secção transversa do nervo mediano na entrada do túnel do carpo, achado objetivo que apoia o diagnóstico da síndrome; tenossinovite dos tendões flexores e extensores; tenossinovite de De Quervain, na base do polegar; cisto sinovial, com localização e medida; e derrame articular.

A parte que só o ultrassom faz

A movimentação dos dedos durante o exame permite observar o deslizamento dos tendões dentro das bainhas, demonstrando aderências e travamentos que a imagem estática não revela.

Quando é indicado

Formigamento ou dormência nos três primeiros dedos, principalmente à noite; dor no punho; abaulamento no dorso do punho; dor na base do polegar ao pegar objetos; perda de força para segurar; e acompanhamento pós-operatório.

Duração

De 15 a 20 minutos.

O que o exame não faz

O ultrassom mostra a alteração estrutural do nervo, mas não mede sua função. A eletroneuromiografia avalia a condução nervosa e é frequentemente complementar. Em suspeita de lesão da fibrocartilagem triangular, ligamentos intrínsecos ou fratura oculta, a ressonância magnética é o exame indicado.

Também conhecido como: Ultrassom de punho, US de túnel do carpo, ecografia de punho, ultrassom de nervo mediano, US de tendões flexores e extensores do carpo.

Preparo para este exame

Sem preparo e sem jejum. Retirar relógio e pulseiras.

Conteúdo revisado por

Conteúdo revisado por Dr. Murilo Campos · Médico Radiologista · Fellow em Radiologia Musculoesquelética (Hospital Israelita Albert Einstein) · Membro Titular do CBR · CRM-MT 17816 · RQE 8740

Perguntas frequentes

Sobre este exame: comuns

Ele apoia o diagnóstico, medindo o nervo e afastando outras causas — como cisto ou tenossinovite comprimindo o nervo. O diagnóstico é clínico e frequentemente complementado por eletroneuromiografia.

Nem sempre. Muitos são acompanhados ou tratados por punção. A decisão é do ortopedista.