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Ultrassonografia

Doppler arterial de membros superiores

Doppler arterial de membros superiores com manobras para síndrome do desfiladeiro torácico. Sem preparo. Lucas do Rio Verde.

O Doppler arterial de membros superiores avalia o fluxo nas artérias do braço, do ombro à mão. Além da pesquisa de obstruções, é o exame que demonstra a compressão arterial na síndrome do desfiladeiro torácico — diagnóstico que depende inteiramente de manobras.

O que o exame identifica

Estreitamentos e obstruções arteriais; compressão da artéria subclávia em determinadas posições do braço; alterações da circulação distal na mão e nos dedos; avaliação pré-operatória de acesso vascular; e permeabilidade após procedimentos.

A parte que só o ultrassom faz

Na síndrome do desfiladeiro torácico, a artéria subclávia é comprimida em posições específicas — braço elevado, cabeça rodada. Em repouso o exame é normal. O radiologista reproduz as manobras e observa a queda ou a interrupção do fluxo no momento em que ocorre. Nenhum exame estático demonstra essa condição.

Quando é indicado

Dormência, formigamento ou palidez da mão ao elevar o braço; dor no braço ao esforço; diferença de pressão arterial entre os braços; sensação de mão fria; alteração de cor dos dedos ao frio; e avaliação antes de confecção de acesso para hemodiálise.

Duração

De 25 a 40 minutos, incluindo as manobras.

Também conhecido como: Doppler arterial de membro superior, duplex scan arterial de MMSS, eco-Doppler arterial do braço, Doppler de subclávia. O lado é informado no agendamento.

Preparo para este exame

Sem jejum. Roupa que permita expor o braço inteiro e a região do ombro. Informe se há dificuldade para elevar o braço.

Conteúdo revisado por

Conteúdo revisado por Dr. Murilo Campos · Médico Radiologista · Fellow em Radiologia Musculoesquelética (Hospital Israelita Albert Einstein) · Membro Titular do CBR · CRM-MT 17816 · RQE 8740

Perguntas frequentes

Sobre este exame: comuns

É a queixa clássica que motiva a pesquisa de compressão no desfiladeiro torácico. Informe ao radiologista qual posição desencadeia o sintoma — a manobra será reproduzida no exame.