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Ultrassonografia

Ultrassonografia de próstata por via abdominal

Ultrassom de próstata por via abdominal com medida de volume e resíduo pós-miccional. Preparo com bexiga cheia. Lucas do Rio Verde.

A ultrassonografia de próstata por via abdominal mede o volume prostático e avalia a bexiga e o resíduo urinário após a micção. É o exame inicial na investigação de sintomas urinários masculinos, realizado externamente e sem desconforto.

O que o exame identifica

Volume prostático em gramas, crescimento do lobo médio para dentro da bexiga, espessamento e trabeculação da parede vesical, cálculos e divertículos vesicais, e resíduo pós-miccional — a quantidade de urina que permanece na bexiga após urinar.

Quando é indicado

Jato urinário fraco, dificuldade para iniciar a micção, aumento da frequência urinária, noctúria, sensação de esvaziamento incompleto, alteração do PSA e acompanhamento de hiperplasia prostática já conhecida.

Duração

De 15 a 20 minutos, incluindo a medida do resíduo.

O que o exame não faz

A via abdominal mede volume e avalia repercussão vesical, mas não caracteriza nódulos internos da próstata. Na investigação de câncer, o exame não substitui o PSA, o toque retal, a ressonância magnética multiparamétrica nem a biópsia. Volume prostático aumentado indica hiperplasia, não neoplasia.

Também conhecido como: Ultrassom de próstata via abdominal, US prostático transabdominal, ultrassom de bexiga e próstata, US supra-púbico, US pélvico masculino.

Preparo para este exame

Sem jejum. Bexiga cheia: 4 copos de água de 200 a 250 ml, um a cada 15 minutos, começando 1h30 antes. Não urinar até o fim do exame. Ao final, o paciente urina e retorna para a medida do resíduo pós-miccional — esta segunda etapa faz parte do exame.

Conteúdo revisado por

Conteúdo revisado por Dr. Murilo Campos · Médico Radiologista · Fellow em Radiologia Musculoesquelética (Hospital Israelita Albert Einstein) · Membro Titular do CBR · CRM-MT 17816 · RQE 8740

Perguntas frequentes

Sobre este exame: comuns

Não. O aumento de volume é, na grande maioria dos casos, hiperplasia prostática benigna — condição comum com o avanço da idade. A investigação de câncer segue outro caminho, definido pelo urologista.

A via abdominal é externa e confortável, e mede volume e repercussão vesical. A transretal aproxima o transdutor da glândula e permite avaliação interna detalhada, sendo usada em situações específicas e para guiar biópsia.

Para medir o resíduo pós-miccional, dado que ajuda a definir a repercussão funcional do aumento prostático.