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Ultrassonografia

Ultrassonografia obstétrica em gestação gemelar

Ultrassom obstétrico em gestação de gêmeos, com determinação de corionicidade e acompanhamento de crescimento. Lucas do Rio Verde.

A gestação gemelar exige acompanhamento mais frequente e mais detalhado que a gestação única. Cada feto é avaliado individualmente — crescimento, líquido amniótico, movimentos e circulação — e a placentação determina toda a estratégia de seguimento.

A corionicidade é a informação mais importante

Definir se os fetos compartilham ou não a mesma placenta é o dado que mais influencia o acompanhamento e o risco da gestação. Gêmeos que dividem placenta exigem vigilância mais próxima, por risco de complicações específicas da circulação compartilhada. Essa determinação é mais confiável no primeiro trimestre , quando os sinais que separam as duas situações são claramente visíveis. Depois disso, a definição fica progressivamente mais difícil. É a principal razão pela qual gestação gemelar deve ter ultrassonografia precoce.

O que é avaliado a cada exame

Biometria e peso estimado de cada feto separadamente, diferença de crescimento entre eles, volume de líquido amniótico em cada bolsa, posição, placenta ou placentas, e circulação individual quando o Doppler está indicado.

Duração

De 40 a 60 minutos, conforme o número de fetos e a posição de cada um.

Também conhecido como: US obstétrico gemelar, ultrassom de gestação múltipla, US obstétrico cada feto, Doppler obstétrico gemelar.

Preparo para este exame

Sem jejum. Venha alimentada. Não aplique creme, óleo ou loção no abdome. Reserve tempo: o exame é mais longo que o de gestação única. Traga a carteira de pré-natal e todos os exames anteriores da gestação — em gemelar, a comparação seriada é essencial.

Conteúdo revisado por

Conteúdo revisado por Dra. Patrícia Zuffo · Médica Radiologista · Fellow em Medicina Fetal (CETRUS) · Fellow em Neurorradiologia, Cabeça e Pescoço (Hospital Israelita Albert Einstein) · CRM-MT 7645 · RQE 5458

Perguntas frequentes

Sobre este exame: comuns

Em geral sim. A frequência depende da corionicidade e é definida pelo médico que acompanha o pré-natal.

Diferença de crescimento entre gêmeos é achado que exige acompanhamento e interpretação no contexto da placentação. A avaliação é do obstetra.